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O clube cearense alega que jogador Luan, do Figueirense, atuou de maneira irregular durante a Série B







O Icasa conseguiu uma liminar, concedida pela Justiça do Rio de Janeiro, que obriga a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) a colocar o Verdão do Cariri na Série A do Campeonato Brasileiro de 2014. O prazo para a CBF acatar a decisão é 24 horas. A informação foi dada pelo advogado do Verdão do Cariri, George Ferrucio, na tarde desta terça-feira (15). A liminar foi concedida pela juíza Erica de Paula Rodrigues da Cunha.
O clube de Juazeiro entrou com uma ação no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD)  alegando a escalação irregular do jogador Luan, do Figueirense, na partida da equipe catarinense contra o América-MG, no dia 28 de maio do ano passado, pela Série B. Segundo George Ferrucio, Luan foi escalado pelo Figueirense quando ainda tinha contrato com o Metropolitano. Caso a medida não seja obedecida, a CBF irá pagar uma multa diária de R$ 100 mil, conforme o documento. A decisão cabe recurso.
O Icasa já havia entrado com uma ação no STJD, no último dia 7 de fevereiro, mas o órgão entendeu que o caso estava prescrito e arquivou o pedido icasiano. Contudo, a juíza Érica de Paula Rodrigues da Cunha questionou a diferença de tratamento entre os casos de Flu e Lusa com o do Icasa, e determinou a inclusão da equipe cearense na divisão de elite do futebol nacional.



As obras para a construção do viaduto próximo ao parque do Cocó, na Avenida Engenheiro Santana Júnior, já estão com 45% de conclusão. Já o outro viaduto que está sendo feito na Avenida Antônio Sales apresenta 20% das obras. A informação foi divulgada pela Secretaria Municipal da Infraestrutura (Seinf), responsável pela construção.

As obras foram retomadas no dia 5 de outubro de 2013, após a última desocupação de manifestantes no parque do Cocó. 

De acordo com a Seinf, o prazo para entrega dos viadutos é outubro deste ano. O objetivo do equipamento é eliminar o congestionamento naquela área.



A medida, segundo o órgão, foi para evitar equívocos dos usuários do transporte público da Capital




A Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) mudou, desde o último sábado (12), o nome de duas linhas de ônibus. A medida, segundo o órgão, foi para evitar equívocos dos usuários do transporte público da Capital. 

"Cuca Barra/Parangaba/Centro (070)" agora se chama "Cuca Barra/Parangaba (070)" e "Bezerra de Menezes/Coração de Jesus (251)" passou a ser "Antônio Bezerra/Coração de Jesus (251)".

Segundo a Etufor, o procedimentos não teve consulta popular.

Restam menos de três meses para definir alianças eleitorais



Na semana em que oposição e base vão definir os rumos de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pode apimentar ainda mais a campanha eleitoral deste ano, o Diário do Nordeste traça um diagnóstico da reta final das negociações.
Serão definidos candidatos para o pleito de outubro. O primeiro turno das eleições está marcado para 5 de outubro. O segundo turno será em 26 de outubro. Antes disso, entre os dias 10 e 30 de junho, os 32 partidos, nos 26 Estados e no Distrito Federal estarão autorizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a realizar convenções partidárias.
E embora as disputas estaduais tenham nuances próprias, elas também interessam e afetam diretamente a disputa no Palácio do Planalto. Dilma Rousseff (PT), Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos e/ou Marina Silva (PSB) tiveram, na semana passada, um esboço de que apoios poderão ter em cada região do Brasil e com quem não contarão mais. Isso porque no dia 5 deste mês terminou o prazo para desincompatibilizações.
PMDB, o 'fiel da balança'
Com as mudanças do início do mês, o PMDB passou a governar sete Estados, tornando-se o partido com mais governadores (pelo menos até o fim deste ano).
De acordo com o cientista político Francisco Moreira, da Universidade de Fortaleza (Unifor), o crescimento no número de estados governados pelo PMDB vem acompanhado de aumento na influência do partido junto ao governo federal.
"Caso o PMDB ganhe mais governos estaduais em 2014, o poder de barganha, que já é grande, tende a aumentar. Com isso, a tendência é que essas tensões piorem, principalmente em caso de reeleição da presidente Dilma Rousseff", avalia. A opinião é corroborada pelo também cientista político, Josênio Parente, da Universidade Federal do Ceará. Para ele, "sem dúvida, isso é uma característica de um Brasil tradicional". Parente observa ainda que "todo governo, da redemocratização até agora, tem governado com o PMDB, que é um partido ao mesmo tempo grande e frágil". Ele brinca com a postura da legenda nessas eleições, fazendo uma analogia com o mundo animal.
"Caso fosse um predador, ele seria mais semelhante a uma raposa", compara. Já o cientista político da Universidade Brasília (UnB), o norte-americano naturalizado brasileiro, David Fleischer, observa que "o PMDB está, cada vez mais, procurando se distanciar de coligações com o PT, em muitos estados".
Ele acrescenta que independentemente de quem venha a ser eleito presidente da República, não poderá "governar sem o PMDB", que pode se configurar como o "fiel da balança" antes da definição final das alianças, passando pela campanha, autorizada a partir de 6 de julho.
Panoramas estaduais
Seis governadores em segundo mandato apresentaram a renúncia para poderem disputar outro cargo nas eleições deste ano.
Ex-aliado do governo federal, Eduardo Campos deixou o governo de Pernambuco para disputar a Presidência contra a presidente Dilma e o senador Aécio Neves .
No Rio de Janeiro, o peemedebista Sérgio Cabral entregou o cargo em meio a uma crise de popularidade e abriu espaço para seu vice, Luiz Fernando Pezão (PMDB), tentar se reeleger.
Cabral tentará viabilizar sua candidatura ao Senado. Também assinaram a renúncia para tentar vaga no Senado Omar Aziz (PSD-AM), Antônio Anastasia (PSDB-MG), Wilson Martins (PSB-PI) e Anchieta Júnior (PSDB-RR). Seis governadores que não podem mais disputar a reeleição anunciaram que irão concluir o mandato: Cid Gomes (Pros-CE), Roseana Sarney (PMDB-MA), Jaques Wagner (PT-BA), Teotônio Vilela Filho (PSDB-AL), André Puccinelli (PMDB-MS), e Silval Barbosa (PMDB-MT).
OPINIÃO do especialista
Movimentação do PMDB gera impasse na base
Francisco Moreira
Cientista político
Há uma aflição do governo Dilma por conta da CPI da Petrobras. A oposição, no entanto, não tem um projeto que lhe dê visibilidade, que lhe ponha no centro do processo eleitoral, ainda muito imprevisível. Não há muitos elementos concretos, a não ser a crise na base, provocada pelo PMDB. O partido criou uma situação difícil para o governo. Nessa negociação, do ponto de vista dos Estados, o PT está numa tentativa de blindar a Dilma e termina cedendo candidaturas como forma de acalmar a base. Mas a coisa não está vingando. As negociações não funcionaram a contento. A CPI está saindo, apesar de todo o esforço, e o PMDB ganhou um espaço maior.
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Oposição tem problemas e tenta exaltar ex-presidentes
De acordo com as duas pesquisas de intenção de voto mais recentemente divulgadas, a provável candidata à reeleição, presidente Dilma Rousseff, oscilou negativamente na preferência do eleitorado, mas ainda mantém boas possibilidades de levar as eleições ainda no primeiro turno. Nesse cenário, seus principais adversários, o tucano Aécio Neves (MG) e o socialista Eduardo Campos (PE) não conseguem decolar. No caso do pernambucano, há o agravante de ter uma pré-candidata a vice apresentando índices mais empolgantes do que os dele nas pesquisas.
PSDB
Histórico adversário petista, o PSDB ao mesmo tempo lamenta e tenta minimizar o fato de ter sido a sigla que mais perdeu com as trocas de comando, a partir das desincompatibilizações. A sigla passou de oito para seis governadores. Apesar disso, Francisco Moreira, cientista político da Unifor, avalia que o impacto dessas perdas sobre a pré-candidatura de Aécio Neves não deve ser muito significativo, já que a fuga de quadros no partido vem acontecendo gradualmente. "Houve uma fuga de políticos do PSDB para novos partidos como o PROS e o Solidariedade. Com isso, ele vai depender muito da competência do Aécio nessa campanha, mas no cenário das oposições ainda é o PSDB quem tem mais possibilidades", analisa. O partido também parece ter abandonado a estratégia de esconder o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que agora aparece em um número maior de eventos tucanos e tem dado mais entrevistas. FHC também tem feito o embate direto com o PT. Além dessas razões, Moreira desdenha da outra chapa oposicionista. "Os índices de Campos não são significativos", avalia o cientista político.
PSB
Nesse quesito, David Fleischer, cientista político da UnB, mostra discordância e enxerga mais competitividade na aliança entre Campos e Marina.
Ele também diz não acreditar que a ambientalista seria candidata ao Planalto, mesmo que as pesquisas a estimulem a isso. "A chapa do PSB será realmente Campos para presidente e Marina para vice. O que vai mudar vai ser a consolidação dela na chapa e a participação na campanha para valer", afirma. Outra estratégia curiosa do PSB é tentar desvincular Dilma de Lula. O socialista tem feito um discurso de gratidão ao petista, ao mesmo tempo em que ataca a atual presidente e a desqualifica como uma sucessora de êxito ao lulismo.
Dilma Rousseff busca driblar crise

Aparecer como virtual vencedora do pleito de outubro há pouco menos de seis meses das eleições, pode parecer um cenário reconfortante para a presidente Dilma Rousseff, pré-candidata à reeleição pelo PT. Mas não é bem esse o quadro.
A chefe do Executivo tem uma sombra politicamente poderosa: a do ex-presidente Lula, que também aparece muito bem cotado nas pesquisas eleitorais das últimas semanas e é o personagem de uma campanha de bastidores intitulada "Volta Lula".
Até adversários de Dilma têm tentado alimentar a ideia de que o simples fato de haver grupos petistas ventilando a candidatura do ex-presidente atestariam o fracasso da atual gestão.
Apesar disso, o cientista político David Fleischer não enxerga a possibilidade de alteração na candidatura petista. "Lula quer fazer campanha para reeleger Dilma. Está tentando convencê-la a mudar certas coisas rapidamente e radicalmente, mas não creio que mesma ela fracassando, ele venha a ser candidato".
Se for esse o caso, essa seria uma preocupação a menos para a presidente Dilma, mas há ainda outros três grandes problemas a resolver nos próximos três meses. Um deles, já vem se arrastando há algum tempo, a rebelião da base e a formação do chamado "blocão".
Outra questão ocupa a mente de governistas há algumas semanas: a provável instalação de uma CPI para investigar a Petrobras. E há, por fim, uma tensão que deve se arrastar pelo menos até junho, a realização da Copa do Mundo. É com esses elementos que Dilma tentará não perder mais espaço e evitar o crescimento de Campos e Aécio.



Qual a Fortaleza dos nossos sonhos? De qual dispomos? Com intuito de retratar Fortaleza a partir da visão de seus moradores, o que eles esperam dessa cidade cheia de encantos, mas marcada por desigualdades, o Diário do Nordeste irá publicar, a partir de hoje, a série "Fortaleza: 288 anos".
A quinta capital mais desigual do mundo - conforme o relatório das Nações Unidas "State of the World Cities 201/2011: Bridging the Urban Divide" - é também a sétima mais violenta - segundo pesquisa feita pelo Conselho Cidadão para a Segurança Pública e Justiça Penal, do México. Esses dois dados, intrinsecamente ligados, refletem a sensação de insegurança. O abismo social criado faz com que os índices de violência cresçam.
No livro Perfil Socioeconômico de Fortaleza, do Instituto de Pesquisa Estratégia Econômica do Ceará (Ipece), a disparidade fica mais evidente. Enquanto no Meireles, bairro mais rico da cidade, a renda média pessoal é de R$ 3.659,54, no Conjunto Palmeiras, apontado como o mais pobre, é de R$ 239,25.
A situação é ainda mais grave em virtude de Fortaleza ser a capital mais densamente povoada do Brasil, e a quarta em número de aglomerados subnormais - ocupações irregulares e/ou ilegais vivendo com serviços públicos precários -, com uma população de 369.370 habitantes (16% da população) vivendo em condições mínimas de vida, conforme o Censo Demográfico de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Paisagem
No bairro Pirambu, sétimo mais pobre da Capital, com renda média pessoal de R$ 340,36, a paisagem retrata bem esse contraste. Da praia, é possível observar as casas simples da comunidade contrastando com os luxuosos prédios da Beira-Mar.
O pescador Francinaldo Silva Lima, 37, comenta que se sente mais à vontade no bairro do que em outros locais da cidade. "Fortaleza só valoriza o rico. Ela não quer saber do pessoal pobre. Prefiro aqui, que a gente já é acostumado desde pequeno", afirma.
Da jangada, essa desproporção fica mais visível. Na medida em que se aproxima da Barra do Ceará, o cenário vai mudando. Em vez dos arranha-céus, predominam casas simples. No Pirambu, o lazer dos moradores é o calçadão da Vila do Mar. "Antes, não tinha nada. Era só favela", ressalta Francinaldo, destacado que melhorou bastante.
Os contrastes que marcam Fortaleza vão muito além da Capital. No livro Sertão Brabo, publicado em 1965, padre Antônio Batista Vieira, do município de Várzea Alegre, descrevia Fortaleza como uma cidade caprichosa, em constante contraste com o sertão. Já naquela época, o religioso destacava que o município tinha duas faces e duas almas.
"Fortaleza tem o Náutico e tem o Pirambu. Fortaleza tem a Universidade e tem o São João do Tauape. Fortaleza do 'society' e das mães tuberculosas. Fortaleza dos 'rabos-de-burro' e dos menores abandonados. É assim que o sertão olha para Fortaleza. Escandalizado. Com espanto. Com indignação e tristeza, até. Com vontade de que sua capital fosse mais séria. Mais pudica. Mais humana", diz trecho do livro.
José Borzacchiello, geógrafo e professor titular da Universidade Federal do Ceará (UFC), comenta que a cidade cresce para todas as direções. "Fortaleza parece infinita, bela, feia, rica e pobre, excessivamente contrastante. Sua dinâmica urbana desafia nossa memória", constata.
Rememorando Mário Quintana, quando diz "olho o mapa da cidade como quem examinasse anatomia de um corpo", o especialista define o da Capital como cheio de anomalias. "Fortaleza é injusta e desigual. A constatação de seus contrastes é revelada em resultados censitários, pesquisas, números, gráficos. Entretanto, caminhar entre suas ruas é fundamental no exercício de apreensão da cidade real. Sigo suas formas, vislumbro as mais robustas, as magras, decorrentes de histórica dívida social. O conteúdo dos lugares está entranhado em múltiplas relações que a imagem em si não dá conta", ressalta.
Caleidoscópio urbano
Em percursos pela cidade, Borzacchiello relata que distingue a variedade de cores que formam esse caleidoscópio urbano. "Aguço meu olfato e diferencio odores e perfumes, ouço sons reveladores: gritos, pregões, badaladas de sinos, vozerio da turba que se acotovela nos becos e ruas, sentir o empurra-empurra dos terminais de ônibus, o ruído educado dos vendedores e compradores dos shoppings", frisa.
Ele acrescenta que, sem trauma, a cidade convive uma relação de amor dividida entre o mar e o sertão. Para ele, o sertão é permanência da alma da cidade: forró, São João, paçoca, carne de sol, rapadura, alfenim. Enquanto em Fortaleza terra e mar se completam, numa cumplicidade contraditória. "A cidade é partida em todos os sentidos. A cidade completa mais um ano de vida e continuamos alterando sua fisionomia", diz.
Segurança cidadã
Segundo o secretário municipal de Segurança Social, Francisco José Veras, a Prefeitura busca uma segurança pública cidadã, abordando a tranquilidade social. "O que tentamos fazer é ampliar os fatores de proteção, como a educação, o lazer, a cidadania. Investir na qualidade de vida dessas pessoas, reduzindo a vulnerabilidade social", afirma.
Ainda de acordo com Veras, para garantir a segurança social, cabe ao Município melhorar seus serviços. "É dar a possibilidade das pessoas estarem nas ruas sem essa sensação de medo. Quando coloca a população na rua, evita que a marginalidade esteja no mesmo local. Se a população não está na rua, é porque o ambiente não é favorável, porque a marginalidade está ocupando aquele espaço", diz.
O gestor destaca o Programa Crack, É Possível. "Vamos abrir mais uma frente para entrar com políticas públicas de fatores de proteção e de redução dos fatores de risco. Primeiramente, o projeto vai funcionar no Serviluz, Quintino Cunha e São Miguel", revela.
Monumentos históricos preservam a memória
Embora haja controvérsias em relação à data, conforme o calendário oficial, Fortaleza comemora, hoje, 288 anos. No que diz respeito à memória, no entanto, o que a cidade preserva? O Forte de Schoonenborch, fundado pelos holandeses, em 1649, é exemplo de uma das mais antigas edificações. Após a expulsão dos holandeses, o forte foi rebatizado catolicamente pela Coroa Portuguesa, em 1654, com o nome de Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção. Atualmente, ele abriga a 10ª Região Militar.
Protegido pelo Instituto do Patrimônio Histórico, Artístico Nacional (Iphan), tem ainda o Theatro José de Alencar (1908), a casa onde José de Alencar nasceu (1880), o antigo prédio da Assembleia Provincial, onde funciona o Museu do Ceará (1857), entre outros. Erick Assis, professor de História da Universidade Estadual do Ceará (Uece), destaca que uma monumentalização do pensamento faz congelar e cristalizar alguns locais como os representantes da memória e história de Fortaleza.
"Quem somos nós para negligenciar uma Lagoa de Messejana? Da Parangaba? Da Maraponga e suas sociabilidades historicamente construídas? As antiguíssimas e interessantes feiras livres? Os poucos campos de futebol ainda resistentes a especulações imobiliárias? O pertencimento a uma cidade só tem sentido se seus moradores conseguirem ser reconhecidos", frisa.
Com tantos problemas, o professor afirma que Fortaleza tem o que comemorar, mas também o que lamentar. "Nossa cidade tem espaços de muita beleza, há um encantamento pela poesia que determinadas regiões sugerem. Mas há também regiões de Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) baixíssimo, é a Fortaleza que nos deixa impactados negativamente", salienta.
Projeto
Para mostrar as histórias de personagens de diferentes bairros da cidade, com relatos particulares que poucos conhecem, mas ajudaram, ano após ano, a compor a sua própria personalidade e percepção de mundo, o Diário do Nordeste lança o hotsite "Fortaleza: seus rosto, seus caminhos", sobre o aniversário de 288 anos de Fortaleza.
O especial traz a visão do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, do empresário Carlos Fujita, do cineasta Halder Gomes, do humorista Tirulipa e do músico Waldonys. Cada um retrata as singularidades de Fortaleza e o que a metrópole representa em sua vida.
Os personagens, uns mais, outros menos famosos, respondem a perguntas como "que local de Fortaleza mais o marcou?", "o que você tanto gosta nesta cidade?", "que experiências aqui vividas mais o impressionaram?" e "qual sua visão sobre o crescimento da cidade?".
O resultado do trabalho são vários rostos e histórias retratados, como cabe a uma cidade plural e complexa como Fortaleza, mas recheada de carisma e sentimento.
Além do conteúdo do hotsite, o Diário do Nordeste também lança hoje caderno especial com mais entrevistas e conteúdo exclusivo, com o olhar do pesquisador Miguel Ângelo de Azevedo, o Nirez, do gestor Joaquim Melo, do jornalista Paulo Linhares, do grafiteiro Bulan, do artista plástico Estrigas, do poeta Edmar Freitas e do turismólogo Gerson Linhares.



Uma ordem feita pela Band ao seu departamento de jornalismo está pegando muito mal dentro da emissora, não só com os jornalistas, mas também entre seus produtores.

A direção da Band exigiu que não se critique ou se denuncie qualquer assunto relacionado à Copa do Mundo de 2014, que acontecerá no Brasil entre o mês de junho e julho, com ampla transmissão da emissora do Morumbi.

A ordem é só falar bem, ou como se diz no mercado, fazer uma cobertura bem "chapa branca". Segundo informações obtidas com exclusividade pelo NaTelinha, a regra pegou muito mal perante os jornalistas e produtores dos jornais.



Editores estão questionando a ordem, por achar que, com isso, a cobertura perderá bastante qualidade. Alguns mais exaltados estão pensando até em pedir demissão, pois o "pedido" vai contra os princípios do jornalismo, segundo muitos. Há quem diga também que, se houver protestos contra a Copa, a direção pode até vetar matérias.

A Band irá transmitir a Copa do Mundo em TV aberta, junto com a Globo. A emissora, que tem tradição nos esportes, promete uma grande cobertura jamais vista antes.
 
O Sine/ IDT oferta 1.150 oportunidades de trabalho distribuídas em todo o Estado do Ceará. Em  há vagas para auxiliar de depósito, auxiliar de limpeza, auxiliar de linha de produção, costureira de máquina industrial, empacotador, empregada doméstica, garçom, operador de caixa, operador de telemarketing, vendedor interno, entre outras áreas.
saiba mais
Fortaleza
Os trabalhadores podem agendar o atendimento no site do Sine/ IDT. Também tem oportunidades para trabalhadores com deficiência. Os candidatos devem procurar uma das 37 unidades do órgão no estado, portando RG, CPF, carteira de trabalho, comprovante de endereço e de escolaridade e uma foto 3x4.
Postos de Atendimento 
Na capital os postos de atendimento do Sine/IDT funcionam nos bairros Aldeota: (85) 3101.1660
Barra do Ceará: (85) 3101.2743, Parangaba: (85) 3101.3034 e Messejana: (85) 3101.2138.

Veja as vagas em Fortaleza
Auxiliar de administração  2 vagas
Auxiliar de confecção 1 vaga
Auxiliar de corte  3 vagas
Auxiliar de corte na confecção  1 vaga
Auxiliar de depósito  5 vagas
Auxiliar de estoque 1 vaga
Auxiliar de lavanderia  4 vagas
Auxiliar de limpeza  13 vagas
Auxiliar de linha de produção 105 vagas
Balconista  2 vagas
Balconista de açougue 10 vagas
Borracheiro  1 vaga
Chapista de lanchonete 1 vaga
Confeiteiro   1 vaga
Contínuo 1 vaga
Controlador de tráfego  1 vaga
Coordenador administrativo 1 vaga
Copeiro 1 vaga
Costureira de maquina industrial 10 vagas
Costureira de máquina overloque 9 vagas
Costureira de máquina reta 9 vagas
Cozinheiro geral 12 vagas
Cumim 10 vagas
Eletricista industrial 1 vaga
Empacotador, a mão 14 vagas
Empregada doméstica 5 vagas
Estágio no setor de ti 1 vaga
Estoquista 1 vaga
Garçom 12 vagas
Gerente de departamento de produção 1 vaga
Lavador de automóveis 1 vaga
Mecânico de auto em geral 1 vaga
Mecânico de manutenção de caminhão a diesel 1 vaga
Mestre doceiro 1 vaga
Motoboy 3 vagas
Motorista de automóveis 1 vaga
Motorista de caminhão 2 vagas
Motorista entregador 3 vagas
Motorista vigilante 1 vaga
Operador de caixa 20 vagas
Operador de telemarketing 30 vagas
Padeiro 1 vaga
Pizzaiolo 2 vagas
Polidor de automóveis 1 vaga
Recepcionista atendente 2 vagas
Repositor em supermercados 11 vagas
Revisor de tecidos 1 vaga
Salgadeiro  1 vaga
Servente de obras 5 vagas
Supervisor comercial 6 vagas
Vendedor interno 25 vagas
Vendedor porta a porta 11 vagas
Zelador 5 vagas
  
Pessoas com deficiência
Sine do Bairro Parangaba. Avenida João Pessoa, 6.239
(85) 3101.3034
Apontador de obras 1 vaga
Assistente administrativo 4 vagas
Atendente balconista 1 vaga
Atendente de bar 1 vaga
Auxiliar de confecção 1 vaga
Auxiliar de cronometrista 1 vaga
Auxiliar de depósito 1 vaga
Auxiliar de garçom 1 vaga
Auxiliar de limpeza 13 vagas
Auxiliar de linha de produção 1 vaga
Carpinteiro 2 vagas
Eletricista 2 vagas
Manobrista 1 va

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